31 de jul de 2011

o skate vintage de 1966 encenado no filme brinquedo do Diabo .


Toy Rouli-Roulant/The Diabo (1966) dirigido por Claude Jutra


15 minutos

Rouli-roulant (o Brinquedo do Diabo) é um documentário poético sobre skatistas adolescentes realizados na área Westmount de Montreal em 1966. Tomá-lo como uma metáfora para o separatismo francês, ou para o espírito livre dos jovens - de qualquer forma e a representação para o primeiro filme de skate feito no Canadá, se não em qualquer lugar. "Foi desaprovado pela polícia e por adultos , mas o skate deu os jovens que dominam a técnica  uma sensação emocionante de velocidade insuperável por qualquer esporte, pavimento outros meios afins. Este filme capta a exuberância de meninos e meninas que têm o tempo de suas vidas em roda livre a locomoção downhill "- NFB








25 de jul de 2011

ÁGUAS DE SÃO PEDRO comemora seu aniversário presenteando a região com o SKATEBROTHERS DOWNHILL CLASSIC IV




Rolou neste ultimo final de semana(23 e 24 de julho) o Quarto Skate brothers Downhill Classic. Realizado na cidade de Águas de São Pedro o Campeonato de downhill slide e longboard, fez parte das comemorações de aniversário da cidade.


Válido para o ranking nacional, o evento recebeu atletas de todos os cantos do País. Em uma ladeira desafiadora com o asfalto novinho, clima composto por um sol de inverno e uma equipe técnica de ponta, a Gás Inflamável e a Prefeitura de Águas de São Pedro presentearam o publico presente com um final de semana de muita alegria e imagens plásticas.
O evento foi um sucesso, sinônimo disto foi á contemplação com mais uma estrela para a classificação no ranking da CBSK.
(Confederação Brasileira de Skate).


Assistam o vídeo no youtube e vejam um pouco do que rolou no SKATEBROTHERS DOWNHILL CLASSIC IV.








por: RTRN "SAMMY"

22 de jul de 2011

A Logistica do Lixo...






A logística do lixo

De todos os problemas que mais afligem o meio urbano no Brasil, o lixo desponta entre os itens prioritários na agenda municipal e ganha status como fonte de negócios.

Pela nova lei federal do setor, aprovada no ano passado, as prefeituras são obrigadas a elaborar planos para a gestão de resíduos até agosto de 2012, sem os quais não terão acesso a recursos da União. Aos aterros sanitários só poderá ser destinado o material não reciclável. E os lixões a céu aberto, existentes em mais da metade das cidades brasileiras, precisam estar erradicados em 2014.

As novas obrigações impõem mudanças de práticas gerenciais e planejamento, tanto por parte do governo, como das empresas. Surgem oportunidades para investimentos, com a perspectiva de uma nova política de incentivos para o setor - tema do seminário "Gestão dos Resíduos Sólidos Urbanos", que será realizado hoje em Salvador pela Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb), em parceria com o Valor.

Novos recursos serão injetados para ampliar a coleta seletiva nas residências, enterrar lixo em área adequada, instalar usinas de incineração para gerar energia, construir cooperativas de catadores e mobilizar a população. De acordo com estimativa do Ministério do Meio Ambiente (MMA), são necessários investimentos em torno de R$ 8,5 bilhões, nos próximos três anos, para a legislação sair do papel e mudar o cenário do lixo no País. O número representa quase metade do mercado nacional de limpeza urbana já instalado, que no ano passado teve faturamento de R$ 19 bilhões.

"Os planos municipais começam a definir os rumos dos investimentos", afirma Carlos Silva, diretor da Associação Brasileira das Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe). "É grande a perspectiva de expansão diante do grande volume de lixo gerado no país ainda sem uma solução adequada", avalia o executivo, lembrando que o Reino Unido, por exemplo, produz 90% menos resíduos que o Brasil, mas tem números de mercado praticamente iguais. O faturamento brasileiro é quatro vezes inferior ao da China, de acordo com a Abrelpe.

O crescimento econômico, com reflexos no consumo e na maior geração de resíduos, desenha o cenário. De olho nas oportunidades, empresas do setor adotam a estratégia de orientar prefeituras na elaboração dos planos municipais de resíduos e nos caminhos para torná-los viáveis. Pela legislação, os estudos devem incluir um diagnóstico da situação do lixo, metas para redução e reciclagem, mapeamento dos principais geradores, educação ambiental, custos e modelos de coleta seletiva e indicadores para medir o desempenho do serviço. Com 21 itens em seu conteúdo mínimo, o plano pode ter versão simplificada para cidades com menos de 20 mil habitantes. "Mas a maioria dos municípios ainda está alheia a essa obrigação", diz Silva.

"Com a nova lei, a lógica da limpeza urbana, antes restrita à coleta e disposição em aterro, muda completamente", argumenta o executivo. O trabalho envolve também reduzir a geração, fazer a reciclagem e, em alguns casos, transformar o que não é reciclável em energia. Em sua opinião, "apenas acabar com os lixões não resolve o problema, que abrange outros desafios, como soluções para o alto custo da coleta seletiva e a incorporação de tecnologias". Para fechar a conta, Silva defende taxar a população pelo serviço do lixo, cobrança hoje adotada por apenas 4% dos municípios.

Segundo ele, os contratos de concessão com empresas de limpeza urbana devem se adaptar à lei. Uma possibilidade é a remuneração das empresas não mais por tonelada de lixo coletado, mas pela qualidade do serviço, aferida nas ruas por fiscais ou até por câmeras fotográficas, como em Paris. No Brasil, 80% da coleta municipal do lixo é operada por empresas, participação que no recolhimento dos materiais recicláveis é inferior a 10%, diz Abrelpe. A tendência é de ampliação, com participação de cooperativas de catadores. A lei da Política Nacional de Resíduos Sólidos prioriza o acesso a recursos federais para municípios que façam parceria com essa força de trabalho.

Há diferentes modelos em jogo. Relatório da empresa de consultoria Pinheiro Pedro Advogados, que inspirou alguns itens da nova lei, indica a parceria público-privada como formato para tornar os investimentos viáveis, diante da falta de recursos públicos. "Os municípios não conseguirão atuar sozinhos", afirma o consultor Antônio Pinheiro, co-autor de um estudo em fase de conclusão para o Banco Mundial sobre a viabilidade econômica da gestão de resíduos no Brasil. "Sob o ponto de vista financeiro, aterros sanitários só são vantajosos quando recebem lixo em grande escala, acima de 250 toneladas por dia", informa o analista. A saída, segundo ele, é o consórcio de pequenos municípios para uso comum dessas áreas.

Em recente audiência pública no Senado, o presidente da Confederação Nacional dos Municípios, Paulo Ziulkoski, disse que as prefeituras dificilmente conseguirão cumprir os prazos da lei se não tiverem R$ 52 bilhões para transformar os lixões em aterros sanitários até 2014. "O prazo é apertado, factível para a contratação dos novos projetos, mas não para a sua execução", admite Nabil Bonduki, secretário de recursos hídricos e ambiente urbano do MMA.

Ele informa que o governo federal começou a assinar convênios com Estados para a elaboração de planos intermunicipais com meta de envolver 344 conjuntos de cidades em todo o País, ao custo estimado de R$ 190 milhões. "É o primeiro passo para a formação dos consórcios", explica Bonduki, para quem, até dezembro, o governo concluirá o plano nacional de resíduos. "A perspectiva é tratar o lixo como recurso e não como problema, o que exige racionalizar o uso dos aterros sanitários", diz.

"Faltam indicadores para sabermos o tamanho do atraso", adverte Maurício Broinizi, do Movimento Nossa São Paulo, entidade que tem planos de fazer um diagnóstico e mapeamento dos resíduos e cooperativas de catadores na capital paulista, em parceria com empresas. O objetivo é seguir o modelo de Los Angeles (EUA), que desde 2007 reduziu em 63% o lixo levado para aterros, mediante a aliança de governo e iniciativa privada. Em sua análise, a coleta seletiva no Brasil precisa de escala para permitir o desenvolvimento da indústria de reciclagem e o peso de São Paulo nesse processo, pelo tamanho da população e da riqueza econômica, seria decisivo.
fonte: (Valor Econômico)

14 de jul de 2011

O Gorila que virou diretor de filme...











Esta semana, um dos primatas mais fotografados no Durrell Wildlife Conservation Trust, virou o jogo e tornou-se o operador de câmara no dia.

Ya Kwanza um Gorila Silver Black de 27 anos de idade tornou-se adepto da setima arte com close-ups de si mesmo, fez imagens em uma câmera de alta definição que foi envolta em uma caixa estanque indestrutível e coberta com uma mistura saborosa de mel e aveia.

A filmagem mostra o fabuloso silverback investigando o dispositivo e meticulosamente escolhendo passas com um toque surpreendentemente delicado.

A idéia veio de um dos guardas do centro Durrell e o filme gravado pelo gorila ja esta se tornando um hit na internet.

12 de jul de 2011

Assunto sério... Cadê a Comida! e a Água sera que vai faltar???




Na reunião em que foi eleito diretor-geral da Organização para a Alimentação e a Agricultura (FAO), da ONU, há poucos dias, o ex-ministro brasileiro José Graziano da Silva assegurou – com sua experiência de gestor do programa de combate à fome entre nós – que esta será sua prioridade: enfrentar esse problema no mundo, para que até 2015 o número de carentes de alimentos no planeta, hoje em torno de um bilhão, se reduza à metade. “É o desafio do nosso tempo”, disse na ocasião o ex-secretário-geral da ONU, Kofi Annan, lembrando que um dos complicadores dessa questão – “o protecionismo dos ricos” à sua produção de alimentos – só tem aumentado. E isso quando a própria FAO alerta que os preços desses produtos continuarão a subir nos próximos 10 anos. E que a produção precisará crescer 70% até 2050, para alimentar os 9,2 bilhões de pessoas que estarão no mundo nessa época.







Não é a única preocupação de Annan. Ele alertou também para a crescente compra e arrendamento de terras em outros países por especuladores e fundos de alto risco de países industrializados. Só em 2009 foi comprada na África uma área equivalente ao território da França (FAO, 27/6). São movimentos decorrentes das incertezas econômicas do mundo, com investidores buscando garantias reais, no momento em que os papéis financeiros chegam perto de US$600 trilhões, para um produto bruto mundial na casa dos US$60 trilhões anuais. E no momento em que Nouriel Roubini, um dos pouquíssimos economistas a prever a crise de 2008/9, alerta (ESTADO, 23/6) para o forte aumento do “risco de uma parada e um duplo mergulho em economias avançadas”, em seguida a altas pronunciadas nos preços de alimentos, petróleo e commodities, que fazem “ressurgir o espectro da inflação”. Numa reunião do G 20, nos mesmos dias, o presidente da França, Nicolas Sarkozy afirmou que os mercados agrícolas, “os menos transparentes”, vão se transformando, “sem regras, em loteria, na qual a sorte sorri aos mais cínicos”. Por isso mesmo, o Brasil declarou seu apoio a um Sistema de Informações dos Mercados Agrícolas, administrado pela FAO, que possa coibir movimentos indesejáveis nessa área. Mas não aceita um mecanismo de estabilização de preços agrícolas. Para o ministro da Agricultura brasileiro, o único caminho para isso é ”aumentar a produção”.
Tudo acontece num cenário paradoxal. Um relatório da própria FAO – “Perdas globais de alimentos e desperdício de comida” – assegura (11/5) que um terço dos alimentos produzidos no mundo, cerca de 1,3 bilhão de toneladas anuais, se perde ou é desperdiçado. São 670 milhões de toneladas nos países industrializados e 630 milhões nos demais. Os consumidores ricos, diz o documento, desperdiçam 222 milhões de toneladas de frutas e hortaliças – tanto quanto toda a produção de alimentos na África. Isso quer dizer um desperdício per capita de 95 a 115 quilos anuais nos Estados Unidos e Europa. Nessa mesma hora, lembra o Banco Mundial, com a crise no Oriente Médio e África, o preço dos alimentos ali já subiu 36%.
Mas o que se fará ? Estender a todo o mundo o padrão de consumo de alimentos já vigente nos países mais ricos. ? E como ? Há quase duas décadas o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) chama a atenção: para isso seriam necessários mais dois ou três planetas como a Terra. Lester Brown, diretor do Earth Police Institute, acha (New Scientist, 5/2) que a “bolha de alimentos” vai tornando insustentável a situação da água e da terra. Na Índia, 175 milhões de pessoas são alimentadas com grãos produzidos com água retirada em maior quantidade que a reposta. Na China são 130 milhões. Segundo Brown, metade da população mundial já vive em países com escassez de água – “e esta noite mais 219 mil pessoas se terão acrescentado à população mundial” (mais de 80 milhões por ano).
Trazendo para o Brasil a questão do combate à fome, que será preciso fazer ? Segundo o IBGE, 10 milhões de brasileiros vivem com até R$39,00 por mês; 4,8 milhões moram em domicílios sem renda alguma; ao todo, a população de “miseráveis” chega a 16,2 milhões (equivalentes à população total do Chile); abaixo da linha da pobreza – R$70,00 por mês – estão 8,5% dos 190 milhões de habitantes; 5,7 milhões vivem com R$40 a R$70 por mês; só no Estado de São Paulo são 1.084.402 “miseráveis”. O governo federal pretende investir R$20 bilhões para enfrentar o problema, dos quais R$16 bilhões do Bolsa Família (que é a única renda de 88% dos 13 milhões de beneficiários). Mais uma vez, pode-se comparar esse investimento com mais de R$150 bilhões anuais pagos em juros a bancos e investidores em papéis da dívida.
Não há dúvida de que já somos o segundo maior produtor de alimentos no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. E o Ministério da Agricultura espera aumentar a produção em 23% em uma década. Mas, como observa o ex-ministro Rubens Ricupero (Folha de S. Paulo, 26/6), esse desenvolvimento só se sustentará se formos capazes de encontrar soluções para “os desafios do meio ambiente”. Para justificar a preocupação, lembra ele números citados pelo ex-ministro José Carlos Carvalho: “no Vale do Rio Doce, um hectare sustentava 2,8 cabeças de gado; hoje, mal chega a 0,6”.
E assim vamos no mundo dos paradoxos. A produção de alimentos cresce, sobem os preços, “commodities” transformam-se em garantia para investimentos, junto com a compra de terras em países mais pobres. Mas não se consegue sair de perto do número terrível, de um bilhão de famintos no planeta, 40% da humanidade vivendo abaixo da linha da pobreza. A China caminhando para se tornar grande potência, mas Xangai, sua cidade mais populosa (acima de 20 milhões de habitantes), baixando legislação para proibir que cada família tenha mais de um cachorro – a política do “cachorro único” (ainda assim, mais de 5 milhões de cachorros; de quanto se precisará para alimentá-los ?).

Fonte: Material Ambiental




(art. do Washington Novaes)

4 de jul de 2011

A Onda para a ÀGUA ( Waves 4 Water)




WAVES FOR WATER



A História

O surfista Jon Rose estava a bordo de um barco na costa de Sumatra durante uma surf trip em setembro de 2009, quando derrepente sentiu um leve tremor.

Ele não tinha como saber naquele momento que um terremoto de magnitude 7,6 tinha acabado de destruír a cidade de Padang - mais de 1.000 vidas perdidas e 100.000 desabrigadas foram o resulatado daquele pequeno balanbçao que Jon sentiu no alto mar. –

Quando Jon chegou em terra, viu a cidade devastada.

Oque pode fazer foi tomar a iniciativa e ajudar como vonluntario. Passou a levar mantimentos e agua potavel para as pessoas desabrigadas em locais de dificil acesso.


Foi nesse momento que a vida de Jon iria mudar e, por sua vez, isso seria a vida de outras pessoas que logo teriam acesso a água potável. A experiência de abrir os olhos para as necessidadedes dos desabrigados solidificou a vontade de criar a ONG de Ondas para Água, uma organização sem fins lucrativos, que tem como objetivo trazer soluções de água potável para países pobres ao redor do mundo.

Pai de Jon, Jack Rose, tinha começado "Catcher Rain", uma organização sem fins lucrativos que ajuda a educar aldeias na África sobre como capturar e filtrar a água da chuva.
Jon então se perguntou ? "Por que não aplicar esta ideia em todas as regiões do surf, onde muitos de nós surfistas frequentamos e conhecemos .

A Waves For Water tem por objetivo identificar o problema rapidamente desenvolver uma solução de uso amigo.
O objetivo de longo prazo para Waves For Water está para ser pró-ativo, ao invés de reativa. Não há nenhuma razão para que alguém deva morrer por falta de água limpa ...
Filtros de água desenvolvidos por Jon e sua equipe estão sendo distribuidos nos locais mais inospitos e precarios do planeta.
A tecnologia esta sendo aplicada sem burocracia e o projeto se revelando um sucesso.





















Amazon from Waves For Water on Vimeo.

3 de jul de 2011

BOB BURNQUIST É TRICAMPEÃO DA NESCAU® MEGARAMPA




BOB BURNQUIST É TRICAMPEÃO DA NESCAU® MEGARAMPA
Skatistas levantaram o público que compareceu em peso ao Sambódromo do Anhembi
São Paulo (SP) - Bob Burnquist confirmou o favoritismo e venceu a NESCAU® Megarampa neste domingo, diante de 8.500 pessoas no Sambódromo do Anhembi. O brasileiro foi o melhor na soma das notas em todos os dias de competição e comemorou o tricampeonato (ganhou em 2008 e 2009) e o sucesso do maior evento de esportes radicais do País. As voltas finais foram transmitidas ao vivo pela TV Globo, dentro da programação do Esporte Espetacular.

"Não acertei todas as voltas, mas fiquei feliz com as que consegui completar. Andar para o público brasileiro é inspirador. Espero que o evento se torne fixo no calendário, pois a sensação de estar aqui é maravilhosa", afirmou o brasileiro, que conquistou a segunda vitória no Circuito Mundial da Megarampa. A primeira foi no mês passado em Tehachapi, na Califórnia. A próxima etapa ocorre ainda este mês em Los Angeles e a última é no quintal de sua casa, também na Califórnia. Pelo título no Brasil ele ganhou 15 mil dólares (cerca de R$ 24 mil) de um total de 70 mil dólares de premiação (cerca de R$ 110 mil).

Bob dominou as ações desde sexta-feira e nem uma queda, que tirou uma costela do lugar, atrapalhou seu desempenho. Durante todo o evento, ele teve Mitchie Brusco, norte-americano de 14 anos, como principal adversário. "Ele é o futuro do skate. Anda muito, é corajoso e vai dar trabalho para todos. Acertou três vezes o 900 graus, sendo a primeira vez de back side no Brasil. Só isso já mostra o quanto ele é bom".

Garoto norte-americano é a sensação do campeonato - O caçula da NESCAU® Megarampa foi o segundo colocado e levantou a galera com suas manobras arrojadas, simpatia e muito carisma.

"As pessoas aqui no Brasil são ótimas e espero voltar mais vezes. Tudo que fiz foi andar de skate e me divertir. Achei ótimo o resultado, já que queria ficar entre os cinco. Saí no lucro. Fiquei amigo dos competidores brasileiros. O Bob é um espelho e espero um dia chegar no nível dele". No sábado, Mitchie já havia sido premiado como a revelação do torneio.

Adam Taylor terminou em terceiro, com Edgard "Vovô" Pereira em quarto, seguido por Rony Gomes. Os finalistas tiveram cinco oportunidades para descer a rampa de 31 metros. "Esta foi minha melhor performance na megarampa. Tentei ousar na minha última volta para melhorar minha nota, mas infelizmente perdi o controle. Mas estou muito feliz em competir para o público brasileiro", afirmou Vovô.

Resultado final - Skate (média de todos os dias)
1 - Bob Burnquist - 90,20 pontos
2 - Mitchie Brusco (EUA) - 87,57
3 - Adam Taylor (EUA) - 87,10
4 - Edgard Pereira - 80,77
5 - Rony Gomes - 78,83
6 - Jake Brown (AUS)
7 - Elliot Sloan (EUA)
8 - Rob Lorifice (EUA)
9 - Martin André
10- Marcelo Bastos

Resultado final - BMX (média de todos os dias)
1 - Steve McCann (AUS)
2 - Vince Byron (AUS)
3 - Anthony Napolitan (EUA)
4 - Colton Satterfield (EUA)
5 - James Foster (EUA)
6 - Morgan Wade (EUA)

Atletas dão "canja" para o público - Após a final do skate, os competidores voltaram para a pista e deram outro show. Douglas Leite, o Doguete, que ganhou a disputa de maior aéreo do BMX, no sábado, foi ovacionado.

O australiano Steve McCann, vencedor do BMX no geral, também mostrou sua habilidade e levantou o público. Mitchie Brusco, o xodó da galera, acertou seu terceiro 900 graus, uma das manobras mais difíceis do skate.

Torcida dá show - A torcida brasileira, que esgotou os 17 mil ingressos em menos de um dia, mostrou mais uma vez que é a mais fanática do mundo. Esta é a opinião dos próprios atletas. "Os brasileiros transmitem uma energia muito grande. Isso dá motivação extra para mostrarmos nosso melhor", garantiu Adam Taylor, terceiro colocado no skate.

Banda Strike fecha NESCAU® Megarampa em grande estilo - A banda Strike tocou seus sucessos no palco Jam Session Chiclets Evolution. No meio da apresentação, Bob foi para a bateria e Danny Way, grande nome do esporte que foi juíz, foi o guitarrista. Na tarde do sábado, as bandas Onze:20 e Rancore também se apresentaram.

NESCAU® Megarampa bate recorde de investimento e atrações - A terceira edição da NESCAU® Megarampa apresentou números consolidados. O investimento total foi de R$ 6,5 milhões, com patrocínio principal da Nestlé. A edição 2011 credenciou cerca de 350 jornalistas de vários estados.

Além de assistir as manobras da maior rampa do mundo, o público prestigiou o Skate Village, espaço com tendas dos patrocinadores, com promoções, sorteios, sessões de autógrafos com ídolos do esporte, entre outros.

A NESCAU® Megarampa 2011 foi apresentada por Redecard, com patrocínio principal de NESCAU®, além de Club Social, Hawaiian Dreams (HD), Prefeitura Municipal de São Paulo, 3M, Minds - English School e Chiclets Evolution. O apoio foi da Yamaha. A realização foi da Brasil1, MaxSports, ZooBamboo do Brasil e MRE. A supervisão técnica foi da Confederação Brasileira de Skate (CBSk).

Outras informações:
- site www.nescaumegarampa.com.br
- Facebook: http://www.facebook.com/nescaumegarampa
- Twitter: twitter.com/nescaumegarampa



Fonte:


Vinícius Cabral - Mtb.: 47.121 / Andressa Rufino
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