25 de set de 2010

DEFENDENDO A DIGUINIDADE !!! coisas que o governo brasileiro deveria fazer ao inves de distribuir dinheiro a esmo ...cuidar é essencial


SOBRE CUIDADOS  ( CARE)
Fundada em 1945, a CARE é uma organização humanitária internacional que lidera o combate à pobreza global. Em quase 70 países, a CARE trabalha com as comunidades mais pobres para melhorar a saúde ea educação, melhorar a vida rural e segurança alimentar, aumentar o acesso à água potável e saneamento, expandir as oportunidades econômicas, ajudar as pessoas vulneráveis a se adaptarem à mudança climática e prover um serviço de assistência durante emergências. CARE coloca o foco especial em trabalhar ao lado de mulheres pobres, porque, equipada com os recursos adequados, as mulheres têm o poder de ajudar famílias inteiras e escapar à pobreza comunidades inteiras. Para saber mais, visite http://www.care.org/.

CARE aborda as causas subjacentes da pobreza para que as pessoas podem se tornar auto-suficiente. Reconhecendo que mulheres e crianças sofrem desproporcionalmente de pobreza, a CARE coloca ênfase especial no trabalho com mulheres para criar mudanças sociais permanentes. As mulheres estão no centro dos esforços de atenção comunitária para melhorar a educação básica, impedir a propagação do HIV , aumentar o acesso à água potável e saneamento, expandir as oportunidades econômicas e proteger os recursos naturais. CARE também oferece ajuda de emergência aos sobreviventes de guerra e de desastres naturais, e ajuda as pessoas a reconstruírem suas vidas.
Iniciativas Transversais


iniciativas transversais CARE abranger toda a amplitude de sectores do nosso programa para combater as causas subjacentes da pobreza , e colocar uma ênfase especial no trabalho com mulheres e meninas para criar mudanças sociais duradouras. Por exemplo, o Sport for Social Change Initiative , usa o poder de convocação do esporte como um veículo para minimizar os efeitos da pobreza sobre a juventude , enquanto trabalham para promover a igualdade de gênero , desenvolver habilidades para a vida , promover a educação para a saúde , apoio psicossocial e criar geração de renda atividades.



Desenvolvimento Econômico

programas econômico CARE de desenvolvimento ajudar famílias carentes através do apoio a atividades lucrativas , especialmente aquelas operadas por mulheres. CARE inicia programas comunitários de poupança e empréstimo e oferece formação técnica para ajudar as pessoas a começar ou ampliar pequenos negócios que vão aumentar a renda familiar.

Educação

A CARE é dedicado a garantir a educação básica para todos. A experiência mostra que a aprendizagem ataques a pobreza nas suas raízes. As pessoas instruídas podem tomar decisões ponderadas e informou que vai afetar positivamente suas vidas , suas famílias, suas comunidades e do mundo. As mães são mais propensas a ter crianças mais saudáveis e maiores rendimentos. Hoje nós trabalhamos junto com comunidades, governos e organizações parceiras em vários níveis para abordar todos os aspectos da educação básica. abordagens Nossas inclusivas incluem a formação de professores e outro pessoal da escola para melhorar a qualidade da educação, vinculando programas de educação para as intervenções em saúde, nutrição e de subsistência para razões melhor atender porque as crianças estão fora da escola , envolvendo as comunidades em avaliar e superar as barreiras única de aprendizagem E realização de amplas campanhas que promovam o direito à educação para todas as pessoas.


Socorro de Urgência
A luta contra a pobreza não é mais difícil do que em tempos de crise. Nossos projetos diretamente assistência aos sobreviventes de catástrofes naturais e os conflitos através de um alívio imediato e reabilitação da comunidade a longo prazo , incluindo a alimentação , abrigo temporário , água potável, saneamento , cuidados médicos, planejamento familiar e serviços de saúde reprodutiva , sementes e ferramentas. A CARE também é cada vez mais focada em pós-conflito, a programação de reabilitação em lugares como Angola, Bósnia e El Salvador. Nossa Relatórios Especiais fornecer informações detalhadas sobre o trabalho da CARE de emergência em todo o mundo , incluindo Índia, Afeganistão e em El Salvador.


Saúde
Uma família não pode ser economicamente saudável , se não está fisicamente saudável. projectos da CARE foco da saúde sobre as mães e crianças , que muitas vezes são os mais vulneráveis a doenças e desnutrição. Estamos particularmente interessados em aumentar a capacidade dos nossos parceiros locais para oferecer serviços de saúde de qualidade. Isso inclui a formação de voluntários de saúde locais, conselheiros, orientadores e monitores de saúde da comunidade. A CARE está focada em intervenções que vão desde nutrição e educação para o espaçamento dos nascimentos e dos serviços clínicos. Nossos projetos de saúde reprodutiva incluem planejamento familiar, atendimento pré-natal , serviços, trabalho e entrega, bem como a prevenção , detecção e tratamento das DST , incluindo HIV / AIDS.

HIV / AIDS
Acreditamos que nossos programas de HIV / AIDS deve fornecer informações e serviços aos grupos vulneráveis e abordar os factores subjacentes que levam as pessoas a fazer escolhas que colocam em risco de infecção. Assistência ao HIV / AIDS da ligação programas de com os nossos outros setores, incluindo saúde, educação e desenvolvimento econômico. Através de nossos programas de HIV / AIDS, ajudar as comunidades a cuidar das crianças órfãs e vulneráveis devido ao HIV / AIDS; desenvolver a educação de pares e sensibilização nas comunidades , e aumentar o acesso aos serviços , tais como preservativos , aconselhamento e testagem voluntária , tratamento anti- retroviral e STI prevenção e tratamento. Defesa em favor das populações vulneráveis e marginalizadas é também uma parte importante do nosso trabalho.


Nutrição
CARE coloca um foco especial na alimentação de lactentes e crianças e as práticas de nutrição materna e atenção . A nutrição adequada é fundamental para o desenvolvimento saudável de uma criança e a capacidade um adulto de trabalhar e cuidar de sua família . Nós proteger, promover e apoiar o crescimento eo desenvolvimento ótimos para crianças menores de cinco anos para garantir a sua melhor chance de sobrevivência. Nossos projetos se concentra em técnicas de ensino e práticas que ajudam a prevenir a desnutrição , incluindo as técnicas de amamentação adequada, educar as famílias e as comunidades sobre como cultivar e preparar alimentos complementares nutritivos e fortalecimento dos sistemas locais de saúde.


Água
CARE ajuda as comunidades a construir e manter sistemas de água potável e latrinas. Quer directamente, quer através de organizações locais , a CARE oferece treinamento e subsidia a construção, mas as comunidades fazem contribuições significativas em dinheiro e trabalho, e pagar o custo de operação e manutenção . O objetivo desses projetos é reduzir os riscos de doenças relacionadas com a água e aumentar o potencial de ganho das famílias , salvando outro período coleta de água . Os projectos incluem também educar as pessoas sobre hábitos de higiene para reduzir o risco de doenças.


12 de set de 2010

SOS PARQUE DA ÁGUA BRANCA Obras desrespeitam as características ambientais no Parque da Água Branca.

SOS PARQUE DA ÁGUA BRANCA - Carta Pública



Obras desrespeitam as características ambientais no Parque da Água Branca.
Setembro de 2010
Os frequentadores do Parque da Água Branca estão sendo surpreendidos com intervenções na vegetação e nos espaços edificados. A explicação para estas intervenções começaram a aparecer na imprensa, após as reclamações dos frequentadores sobre a descaracterização do Parque.
Foi amplamente noticiado que a Presidente do Fundo de Solidariedade e Desenvolvimento Social e Cultural do Estado, Sra. Deuzeni Goldman, que assumiu este cargo em abril deste ano, com a posse do seu marido como governador, quer deixar uma marca na sua gestão e fazer melhorias no Parque, onde fica a sede da instituição que preside. A depender da fonte, uma verba de 5 a 12 milhões de reais será utilizada em contratos emergenciais para a realização de projetos antigos de reparos, manutenção e prevenção e outros sugeridos pela Sra. Deuseni. E segundo alguns funcionários do Fundo, esta verba deve ser utilizada até novembro deste ano, caso contrário, deverá ser devolvida aos cofres da Fazenda do Estado.

O tempo disponível para elaboração/revisão de projetos, orçamentos e concorrências públicas (pelo menos duas obras ultrapassam um milhão de reais, de acordo com as placas afixadas) é extremamente curto, quase impossível de ser cumprido em se tratando da esfera pública. Com o argumento de obras emergenciais, que dispensam licitações, várias intervenções foram ou estão previstas de serem realizadas sem que os projetos e detalhamentos tenham sido apresentados e debatidos com o Conselho Consultivo do Parque, onde a Associação dos Ambientalistas e Amigos do Parque da Água Branca tem assento, ou mesmo tenham sido apresentadas previamente e publicamente, em respeito aos assíduos frequentadores.

O Parque da Água Branca tem uma característica singular, que o difere de todos os outros parques da capital, que é justamente a paisagem rural, meio mata (floresta urbana), meio fazenda. Com nascentes, frondosas árvores e belos e agradáveis jardins que se desenvolveram naturalmente. Com muitas aves soltas e alguns mamíferos convivendo livremente há anos com os frequentadores. Caracteristica tão importante para o patrimônio ambiental, cultural e histórico da cidade que em 1996 o Parque foi tombado pelo CONDEPHAAT, que determina que a paisagem DEVE ser preservada, juntamente com os prédios.
Por todos esses motivos, dezenas de frequentadores estão se mobilizando e questionando as intervenções realizadas pelos gestores do Parque – uma gama tão grande de obras e propostas está levando em conta que se deve preservar esta as caracteristicas singulares? Existe um plano de manejo ambiental? Todas as obras e intervenções são realmente emergenciais? Porque a população que frequenta e muitas vezes assume o cuidado com o Parque devido a omissão de serviços dos gestores públicos não foi consultada previamente?

A Associação Amigos do Parque solicitou reuniões para esclarecimentos aos gestores do Parque e finalmente em agosto, três reuniões públicas foram realizadas, com a presença do Diretor, técnicos (engenheiros agrônomo e florestal doInstituto Florestal ) da Secretaria de Agricultura e frequentadores. Nestas reuniões foram apresentadas informações a respeito das várias intervenções.

Nas discussões realizadas, os frequentadores do Parque externaram que as obras de recuperação e manutenção há muito tempo eram necessárias e são bem vindas, mas há uma grande preocupação com as intervenções que possam causar a descaracterização do Parque. Ficou evidente que:

* Os projetos não conversam entre si e não existe um plano geral de manejo ambiental.

 
* Há uma clara divergência entre os conceitos de Parque que orientam as propostas dos técnicos e a defendida pelos frequentadores. Não está evidenciada nas propostas dos técnicos a preservação das atuais características do parque que são um patrimônio histórico, cultural, paisagístico e ambiental da população de São Paulo.
* Existe uma grande influência da Presidente do Fundo na administração e intervenções propostas para o Parque.
* Não há interesse dos gestores do Parque em construir as propostas com os frequentadores.

Mais grave ainda são as alterações que influenciarão diretamente no equilíbrio do ecossistema do parque, com graves consequências para a fauna e a flora, como a implantação de iluminação noturna para manter o Parque aberto até as 22h, retirada de vegetação, aproximação do público às nascentes, redução e aprisionamento das aves e muitas obras acontecendo ao mesmo tempo. Estas intervenções já estão afugentando as aves dos seus locais, sem que uma alternativa de cuidado tenha sido criada.
* Qual será o impacto de todas essas intervenções para a fauna e flora a curto, médio e longo prazos? Foi feito um estudo sobre isso?

* O que justifica a retirada de vegetação? Porque cobrir a terra com pisos e pedriscos? Porque aprisionar as aves?
* Qual é a garantia de manutenção futura do Parque? Haverá recursos financeiros e pessoal técnico especializado – agrônomos, jardineiros, veterinários – para a boa gestão e manutenção? Qual a garantia de que o Parque não ficará a mercê da descontinuidade das mudanças políticas e a cada novo gestor, novas alterações? Afinal esta é a 4ª revitalização nos últimos 14 anos e ficamos os últimos 6 anos sem jardineiros no parque!





Os amigos e frequentadores do Parque estão organizados e realizando várias ações para reverter essa situação.

Informações, documentos, decretos, fotos e manifestações estão sendo postados nos seguintes blogs:

www.parquedaaguabranca.blogspot.com

www.amigosdoparquedaaguabranca.blogspot.com ( blog oficial da ASSAMAPAB)





Somos favoráveis à revitalização e manutenção do Parque da Água Branca desde que as ações e projetos sejam sustentáveis, respeitem a natureza e a característica rural e de educação ambiental do Parque da Água Branca.





Exigimos que:

 As obras e ações interventoras que estão sendo realizadas no Parque da Água Branca sejam imediatamente suspensas até que, de fato, sejam devidamente comprovados por meio de laudos técnicos, que não haverá impactos ambientais e descaracterização do Parque, sob pena de serem irreversíveis as medidas futuras a serem adotadas

 Que as áreas das nascentes sejam protegidas e de acesso restrito

 Que sempre seja garantida a integridade dos animais que vivem no Parque

 Os amigos e frequentadores do Parque participem efetivamente das decisões que o afetam



Participe, divulgue, deixe seu comentário.
Um abraço.

Próximas reuniões de freqüentadores: 11,18 e 25 de setembro, sábados, às 11hs , na sede da assamapab




Um pouco da História do Parque
Mais conhecido como Parque da Água Branca, o Parque “Dr. Fernando Costa” começou a ser implantado em 1928, com a permuta entre o Estado e a Prefeitura de São Paulo da área denominada “Invernada do Corpo de Bombeiros” (hoje Parque do Ibirapuera), com um terreno localizado na ainda poeirenta avenida Água Branca.

Pertencente à Secretaria de Agricultura e Abastecimento, o Parque foi inaugurado em 2 de junho de 1929 pelo governador Júlio Prestes de Albuquerque, para ser a sede do Departamento de Indústria Animal, um recinto de exposições e de provas zootécnicas.

Contava com várias seções: de Veterinária, Defesa Sanitária Animal, Caça e Pesca e Produção Animal, dentre outras. Tanques de peixes, um pequeno zoológico e um caramanchão formavam uma área especial de lazer.

Em 1950, em homenagem ao seu idealizador, passou a se chamar Parque “Dr. Fernando Costa”.

Vinte e cinco anos depois, ocorreu a transferência do Instituto de Zootecnia, antigo Departamento de Produção Animal, para a Fazenda Experimental de Nova Odessa, no interior do Estado.

A partir de 1979, as grandes exposições de gado foram definitivamente transferidas para o Recinto de Exposições da Água Funda, hoje Centro de Exposições Imigrantes. No entanto, a vocação original (a preocupação com o desenvolvimento das pesquisas agropecuárias e com o lazer) manteve-se por meio dos trabalhos desenvolvidos pelos institutos, associações e entidades ali instalados.

Novas demandas sociais trouxeram outras atividades, como programas com a terceira idade e portadores de deficiências, educação para uso sustentável dos recursos naturais, dentre outros.

Hoje o Parque recebe um público composto não apenas por moradores do entorno, como também de diversas regiões da Capital, que ali praticam atividades físicas, participam de cursos e se deliciam com a paisagem e o caráter rural que inspira a área.

Fonte: ASSAMAPAB
http://amigosdoparqueaguabranca.blogspot.com/2010/09/o-parque-que-queremos.html

9 de set de 2010

Setembro é verde na Matilha Cultural...

 A Matilha Cultural preparou, para o mês de setembro, uma programação cultural e um circuito de entretenimento com temas relacionados a mudanças climáticas e consumo responsável. Denominado Setembro Verde e realizado entre os dias 10 de setembro e 10 de outubro, o projeto reúne mais de 50 atrações na Matilha Cultural e em cerca de 20 espaços da cidade de São Paulo.

Conteúdo

Dos eventos de conteúdo do Setembro Verde, um dos destaques fica para o bate-papo sobre o papel da propaganda e os novos padrões de consumo com o publicitário Marcello Serpa (23/09, na Matilha). Para quem busca entender as relações diretas entre responsabilidade do consumidor e o aquecimento global, as indicações são o debate “Clima e Consumo: como resolver essa equação?”, proposto pelo Centro de Estudos em Sustentabilidade da FGV (GVCes, 15/09) e a oficina “ Água, clima e consumo; ação, reação e percepção” das ONGs IDEC e Vitae Civilis (Matilha, 05/10).
Os debates programados pelo Movimento Nossa São Paulo para os dias 20 e 21, na Câmara Municipal, tem como foco a sociedade do automóvel e no trânsito paulistano. Já para quem estiver interessado em colocar a mão na massa, a boa pedida é a Oficina de Permacultura e Educação Ambiental que será realizada pela Rede Social da Vila Buarque e pelo coletivo Cultive Resistência na Biblioteca Monteiro Lobato/Praça Rotary no dia 26/09.

“Nosso objetivo com o Setembro Verde é criar massa crítica sobre consumo responsável e mudanças climáticas na população jovem da cidade através da cultura e do entretenimento”, explica Rebeca Lerer, diretora de conteúdo da Matilha Cultural. “O desafio era atrair o público jovem a participar dos eventos de conteúdo para ampliar seu conhecimento e capacidade de ação sobre as mudanças climáticas. Por isso, adotamos a estratégia de criar um circuito de entretenimento de festas, shows e gastronomia, que oferece convites VIPs e descontos comoincentivos às pessoas que participarem dos debates, palestras, oficinas, ativismo e mostra de documentários do Setembro Verde ”.

Circuito de shows e festas

Baladas como Lions Nightclub, Berlin, Vegas Club, Studio SP, Sonique, Centro Cultural Rio Verde e Voodoohop realizarão festas temáticas, com distribuição do material do Setembro Verde, Vaga Viva e cota de convites VIPs para o público. Descontos que variam de 15% a 50% em pratos vegetarianos são a contribuição de bares e restaurantes como Goa, Yam, Café Aprendiz, Babek Kebab, Z Carniceria, Volt e Bar Blá. A gestão destes incentivos será feita pela Matilha em parceria com o site Catraca Livre, portal de eventos culturais gratuitos.

Boa parte dos eventos do Setembro Verde é gratuita, como toda a programação da Matilha Cultural e o Estação Catraca, mostra de artes do site Catraca Livre que reúne bandas e pintura ao vivo no Centro Cultural Rio Verde (12/09) e o eco-bazar promovido pelo Espaço Serralheria, na Lapa, com designers que privilegiam o reaproveitamento de materiais ao som da banda Freakheads (19/09). Também há eventos a preços populares, como a programação de filmes engajados do Cineclube Cecília (terças, entrada a R$ 2) e a edição especial do Samba do Monte/Setembro Verde (12/09, entrada a R$ 1).

Para conectar todos os espaços e atividades da programação, será distribuído o livreto Setembro Verde, um catálogo das obras de Jaime Prades acompanhado de textos sobre consumo responsável e redução da poluição individual elaborados pelo Centro de Estudos em Sustentabilidade da FGV (GVCes). Com tiragem inicial de 7 mil exemplares, a publicação traz imagens e idéias sobre consumo responsável e dicas práticas de sustentabilidade e tem a capa feita de papel de sacos de cimento reciclado.


Moda

Em parceria com a estilista e apresentadora de TV, Chiara Gadaleta, a Galeria Mundo Mix aproveita o Setembro Verde para abrir um espaço totalmente voltado a marcas e coleções sustentáveis: o Ser Sustentável com Estilo. Com curadoria da designer, o espaço será permanente dentro da Galeria, mas possui caráter rotativo – a cada dois meses, serão trocadas as marcas, abrindo espaço para outros empreendedores com o mesmo perfil. Para celebrar a abertura do Ser Sustentável com Estilo, no sábado, 25 de setembro, às 14h, será realizado um workshop na Galeria Mundo Mix com o tema “A criatividade a favor da nova era da moda sustentável” ministrado por Chiara.
Concurso universitário de publicidade

A Matilha Cultural é parceira da campanha TicTacTicTac – Hora de agir pelo clima, da 350.org e da ESPM na promoção de um concurso universitárioque visa despertar e engajar líderes mundiais e o público em geral para ações efetivas no combate às mudanças climáticas, no âmbito da CoP 16 que acontece no final do ano no México. A partir do final de agosto e durante o mês de setembro, alunos de Comunicação Social ou Design podem criar campanhas publicitárias tendo como tema a mobilização em torno das questões das mudanças climáticas, trabalhadas nos eventos do Setembro Verde. Os vencedores terão suas campanhas divulgadas nos sites das entidades envolvidas e, possivelmente, na mídia tradicional. A premiação será dia 07/10 em um evento na Matilha Cultural, parte da programação Setembro Verde. Regulamentos e inscrições no site www.tictactictac.com.br.


Mobilização por toda a cidade

Além das atividades culturais, o Setembro Verde vai aproveitar a mobilização do Dia Mundial sem Carros, celebrado anualmente em 22/09, para realizar ações de Vaga Viva em diversos pontos da cidade. A Vaga Viva consiste na transformação temporária de vagas de estacionamento em praças de convivência para pessoas, com o intuito de provocar uma reflexão sobre a relação entre a cidade e o automóvel. Além de apoiar a Vaga Viva promovida pelo Movimento Nossa São Paulo no dia 22 (07h – 19h, ao lado do Conjunto Nacional) e incentivar os espaços participantes a realizarem a intervenção, o Setembro Verde programou, para a noite de 24/09, uma grande ação Vaga Viva no Baixo Augusta para atingir o público jovem que frequenta as baladas da região.
Outra parceria do Setembro Verde é com o Movimento SWU (Start With Us – festival de música que acontece de 09 a 11 de outubro). Além de apoiar os flashmobs programados pelo SWU, a parceria inclui uma cota de ingressos do festival a ser usada como incentivo nos eventos de conteúdo do Setembro Verde.
O encerramento da programação Setembro Verde será marcado com uma intervenção que integrará o movimento 10/10/10, Dia Global de Soluções Climáticas, uma mobilização de grupos locais de mais de 100 países promovida pela 350.org em defesa do clima do planeta.

“Em 2009, fizemos a primeira edição do Setembro Verde apenas na Matilha. Percebemos que havia espaço na cidade de São Paulo para uma programação cultural voltada ao engajamento socioambiental. A adesão de tantos parceiros ao projeto indica que tínhamos razão”, comenta Rebeca Lerer. “Informação e cultura conectam as pessoas. Precisamos dessa conexão para salvar o planeta”, conclui.

http://www.matilhacultural.com.br/

8 de set de 2010

Life Alert a musica regida com os principios da sustentabilidade!



O cantor e compositor Enrique Rodriguez - acaba de apresentar Alert Life, um álbum de músicas novas inspiradas pela Carta da Terra. Este projecto de cooperação, que tem sido desenvolvido ao longo do ano passado, foi criado para fornecer um recurso útil para os educadores das escolas primárias que estão interessados em trabalhar com valores e princípios da sustentabilidade na sala de aula .
Os professores de línguas de Inglês e Espanhol também pode fazer bom uso deste recurso. Brincalhão e cheio de energia juvenil , este álbum é voltado para crianças de 5-12 , mas pode ser apreciado por todas as idades. Fundada em otimismo, as canções (que variam de punk rock e do hip hop ao reggae e experimental) um equilíbrio único entre a seriedade ea burrice .