8 de dez de 2008

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4 de dez de 2008

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O Futuro das fontes de Energia


Professor Augustin

O Futuro das Fontes de Energia e suas ações sobre o meio ambiente no Brasil e No Mundo.O assunto energia e meio ambiente é o pão nosso de cada dia na imprensa, nos congressos, na ONU, nos governos ...........
Isto significa chover no molhado quando se menciona este assunto.Tentarei dar uma condensação do que, em minha visão pessoal, deveria ser realizado para permitir a sobrevida decente de nossos filhos e netos:O assunto é a variação climática que prevê com relativa certeza um aumento significativo de temperatura até 2100, com continuidade do processo após esta data. O aquecimento médio da atmosfera, se ultrapassar 4 graus, resultará num novo estado de equilíbrio que levará ao desenvolvimento de uma nova natureza, alteração de tudo que conhecemos e provavel redução da quantidade de seres humanos presentes na superfície
terrestre.
Em minha opinião particular isto só poderá se evitado se pudermos reduzir as emissões dos gases estufa (CO2 + CH4) em cerca de 80%. Com esta redução a natureza poderá iniciar ocaminho paraa redução do atual excesso de gases estufa presentes na atmosfera,iniciando o caminho para a inflexão da curva, atualmente ainda crescente,da temperatura atmosférica.
E uma redução de 80% será uma revolução em nosso modo de vida. Mas é um alvo simples de ser realizado se aceitarmos uma pequena redução do conforto e bem estar que a civilização industrial nos proporcionou nos últimos 100 anos. O problema é fato de que seremos obrigados a aceitar o processo de um aperto de cinto, o fato de sermos obrigados a desistir momentaneamente de parte do muito pelo qual tanto nos esforçamos nos últimos anos. A situação da discussão da aceitação é tão grave que nenhum políticoousa mencionar um momentâneo retrocesso em nossa excessívas riquesas pessoais. So se fala em gerar novas forntes de energia, nuncamencionando que para que elas façam sua obrigação, (redução dasemissóes), nossa demanda de serviços e produtos precisa ser repensada seria e rapidamentemente. E, segundo a ONU, se isto não acontecer no decorrer dos próximos 7 anos, dificilmente poderemos retroagir o processo do aquecimento.Nosso filhos e netos muito provavelmente não terão a chance de conheceras maravilhas do planeta como as ainda vivenciamos hoje. Energias Alternativas uma questão que deve ser levada a sério, Quais o melhores caminhos e os menores custos para implantação?Sem dúvida, a redução da demanda por bens por parte da sociedade excessivamente mal acostumada. Vamos de bicicleta, vamos a pé, comamos muito menos carne (os bois geram quantidade enorme de metano,o CH4, 21 vezes mais poderoso do que o CO2 no aquecimentoatmosférico), reduzamos o aquecimemto dos lares nos países nórdicos,evitemos ligar o ar condidionado e, e, e, as respostas estão nos jornaisdiariamente..A Privatização da CESP um bem para São Paulo ou um grande erro para todos nós no Futuro.Não tenho visão política suficiente para a análise solicitada. Como Concientizar o povo e os jovens para que no futuro não nos falte energia. É só falar com eles. Mas muito mais importante:Nossos dirigentes devem dar o exemplo. Começar a ir aos ministériosde bicicleta, vender seus Iates, usar roupas com menos grife, pararseus churrascos pantagruélicos, consumir menos e etc. Vale o mesmo para nossas lideranças sociais, econômicas,culturais e religiosas. Tenho a mais absoluta certeza que em muito menos do que 7 anosteremos encaminhado o problema se um bom e permanente exemplovier de cima. É facil demais salvar o estado atual da natureza e da atmosfera.A inteligência e perspicácia do homem tem tudo para quecontinuemos aquí usufruindo este lindo planeta por mais outros milhares de anos.
Augustin T.Woelz
Coordenador da Sociedade do Sol
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DESMATAMENTO E CAPTALISMO hardcities




DESMATAMENTO E CAPITALISMO.

A questão principal que tem preocupado a comunidade ambientalista e científica de todos os países, esta vinculada á perda da biodiversidade e as mudanças climáticas devido ao aumento nas das emissões de gases que intensificam o efeito estufa. Assim, estuda-se o possível limite para a expansão do desflorestamento de grandes florestas como a Amazônia.
Em longuíssimo prazo, qual seria o percentual de área desflorestada acumulada?
Falando-se em Amazônia, quando as taxas anuais de desflorestamento tenderiam à zero (zero é impossível?), e quando chegaríamos a este limite?
Para tanto, é preciso conhecer:
A) -Quais os fatores determinantes do desflorestamento?
B)- Qual seria o primeiro passo a ser dado para responder a estas questões?
Pensando nisto, pesquisadores analisam forças determinantes no desflorestamento de diferentes áreas do mundo.
Sabe-se que nas décadas de 70 e 80, diversos trabalhos buscaram explicar as causas do desflorestamento em vários países e apresentaram um forte “tendencionismo” em relação à principais forças determinantes do desflorestamento. Dentre as varias forças que podem explicar a ação destacam-se :
- As políticas públicas
- Incentivos fiscais a empreendimentos privados;
- Os créditos rurais subsidiados;
. - Os programas oficiais de colonização agrícola e os investimentos em infra estrutura, os quais atraíram empreendedores e milhares de migrantes em busca de terras .

O desflorestamento recente (década de 90), a maioria dos trabalhos ou enfoca apenas uma variável explicativa (estradas, soja, madeira, pecuária etc), como fator determinante do desflorestamento ou mesmo a busca explicações através de modelos de variáveis múltiplas, mas que apresentaram falhas nas metodologias adotadas (i.e. misturaram diferentes níveis de variáveis; enfatizaram as causas imediatas, as forças regionais e fatores microeconômicos).
Em 1992, na cidade do Rio De Janeiro, durante a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas do nosso planeta e seus aspectos negativos até o presente momento decorrentes das atividades humanas que por infelicidade estão aumentando.
Falou-se sobre o Efeito Estufa (GEE) e o acúmulo de gases na atmosfera, ocasionando o aumento da temperatura da superfície do planeta afetando e alterando negativamente todo o ecossistema natural.
De acordo com o IPCC (2001), antes da era industrial (i.e. cerca de 1750), a concentração
atmosférica de CO2 era de 280 ±10 ppm, mantida por milhares de anos. Desde então, cresceu continuamente alcançando 367 ppm (*partes por milhão) em 1999, basicamente devido às emissões antrópicas de CO2 por queima de combustível fóssil (incluindo produção de cimentos) e por mudanças de uso da terra (incluindo florestas). Cerca de 3/4 das emissões líquidas (cerca de 6,3 ±0,4 Gt C por ano, média de 1990-1999) são devidas à queima de combustível fóssil. As mudanças de uso da terra e florestas, por sua vez, são responsáveis pelo restante (cerca de 1,7 Gt C por ano, média da década de 80), sendo, em sua maior parte, devidas ao desflorestamento (90%). As previsões mostram que as emissões provenientes de combustíveis fósseis serão predominantes na concentração atmosférica de CO2 durante o século XXI.